
O professor cruzou os braços, mas o poeta os abriu e caiu na multidão no coração da paulicéia desvairada…
Na falta do giz, empunhei a caneta e ali mesmo rascunhei, emocionado, mas desiludido…
~ por C. Guilherme A. Salla em 29/06/2008.
Publicado em LITERATURA, PROSA ILUSTRADA
Tags: Avenida Paulista, greve, paralisação, poema, POESIA, professores




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