TELEPOSTIA
Ao ler o primeiro post do novo blog de Joca Reiners Terron foi que o termo me surgiu… telepostia. A sensação é tal qual ele descreve, está de ter o fármaco nas mãos mas sem o conta-gotas… terapia e doença.
A telepostia é a transmissão de idéias e sua interconexão via posts (dentre em breve um tratado de telepostia, aos moldes aristotélicos, com as quatro causas e as categorias da substância telepostática).
…talvez uma ontologia do blog… ainda não sei o escopo do objeto…
Foi numa oficina literária com Ivana Arruda Leite que tive a primeira notícia do tal Joca e de sua obra. Descoberta grata. Grato foram outras tantas descobertas na oficina de literatura para professores no Festival da Mantiqueira… meus contemporâneos…
Achei eu que a poesia havia faltado ao festival (e, formalmente, faltou mesmo), quando então, Joca Reiners Terron.
No seu blog, Ivana posta: “Amigos escritores, sinto informar-lhes que os professores não conhecem ninguém da literatura contemporânea. Mas agora conhecem! E é isso que importa. Acho que eles vão correndo comprar os livros de todos vocês”.
Meia verdade.
Verdade seria: “… os professores não lêem ninguém da literatura”.
A pura verdade: “… os professores não conhecem ninguém da literatura”.
Voltando a telepostia:
De post em post, o náufrago infla o bote.













Seu post me deixou feliz, Carlos Guilherme. Me fez sentir uma semeadora da boa palavra. Um forte abraço
Cara Ivana, espero que tenha recuperados seus livros perdidos… aproveito também para candidatar-me a figurar entre os célebres contemporâneos nos links Outras Palavras do seu Doidivana…abraços!