POESIAS TABAGISTAS
Começa aqui uma pequena antologia de poemas que, de forma objetiva e concreta ou subjetiva esfumacenta, preconizem de algum modo a resistência tabagista.
O poema tabagista é a expressão lírica do nosso vai-tomar-no-cú interior ao patrulhamento do recalque oral hodierno.
Fumantes de segundo grau filam nossos caretas na cara dura, sem nada pagar e ainda se arvoram com razão para reclamar de pulmões cheios.
Nós arcamos com uma carga significativa de impostos para sermos tratados como cidadão de segunda classe, ou seja, a dos fumantes.
Acendendo nossa antologia e ansiosos por novas contribuições (assista pra informar-se e inspirar-se OBRIGADO POR FUMAR e NICOTINA) fumaremos, como a própria autora, Tistu, sugeriu, o poema “Fumaça”:
A FUMAÇA
Dança
Bailarina que passa
Pálida e dormente
Dá voltas indolentes no rosto
Entorpece
Bailarina coordenada pelo fogo
nos lábios do moço
Que acende o cigarroE amortece…
Por: Tistu.
***
P.s.: Traga (entenderam o trocadilho) sua colaboração!!!














E abaixo a tabacofobia!!!
É isso aí, companheira!
Muito bacana a proposta! Usei sua idéia e fiz a mesma coisa com os tecidos!
(podia?) espero que sim, porque já fiz! rs
Outro abraço!!!
Natália