Quando um poeta te manda à merda…
Antonio Cicero em “A Cidade e os Livros”:
MERDE DE POÈTE
Quem gosta de poesia “visceral”,
ou seja, porca, preguiçosa, lerda,
que vá ao fundo e seja literal,
pedindo ao poeta, em vez de poemas, merda.
***
De profícua conversa o poema resultou conclusão.
Eu e meu saudoso amigo, poeta, na cidade que já o Império sediou.
Descobri que no caminho, entre minha cidade e a do poeta, dinamitam-se rochas que se reduzem a pequenas pedras só para a estrada passar.
Se há um caminho das pedras é o que conversávamos, eu e o poeta.
***
PS: e não sem tempo, mas devo dizer, assim, pois em primeira mão, que Emerson Sitta, o poeta, vai publicar… aguardem detalhes maiores, Bienal e o escambau!













Deixe uma resposta