Retalhos de Dorian Gray
Vou deixar que Oscar Wilde narre o que li e o que senti, lendo-o:

Penso ser melhor o próprio Dorian Gray falar-lhes sobre
o tipo de “fascínio”
que o livro que protagoniza, causou-me:

Livros envenenados dedetizam da mente do leitor a mediocridade…
O retrato de Dorian Gray é sangue blended de Hidra de Lerna com centauro!
Acho que descobri de onde Umberto Eco tirou o triste fim dos pobres monges em “O nome da rosa”:

Devo ter adoecido sobre a influência destes miasmas,
pois ando com as mesmas impressões de Dorian…


Excertos de O RETRATO DE DORIAN GRAY (1890), Oscar Wilde, trad. Marina Guaspari, Ediouro.














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