Retalhos de Dorian Gray

Vou deixar que Oscar Wilde narre o que li e o que senti, lendo-o:

Penso ser melhor o próprio Dorian Gray falar-lhes sobre

o tipo de “fascínio”

que o livro que protagoniza, causou-me:

Livros envenenados dedetizam da mente do leitor a mediocridade…

O retrato de Dorian Gray é sangue blended de Hidra de Lerna com centauro!

Acho que descobri de onde Umberto Eco tirou o triste fim dos pobres monges em “O nome da rosa”:

Devo ter adoecido sobre a influência destes miasmas,

pois ando com as mesmas impressões de Dorian…

Excertos de O RETRATO DE DORIAN GRAY (1890), Oscar Wilde, trad. Marina Guaspari, Ediouro.

~ por C. Guilherme A. Salla em 10/09/2008.

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