
Ps: Há trezentos cartões destes rodando por aí, se você, nobre leitor, chegou até aqui por intermédio de um deles, manifeste-se! Deixe um comentário!
~ por C. Guilherme A. Salla em 10/07/2009.
Publicado em ANTOLOGIA MIOPIA (poemas de Guilherme Salla), LITERATURA, POESIA, PROSA ILUSTRADA
Tags: aniversário, Blogue MIOPIA, Cláudio Guilherme Alves Salla, Guilherme Salla, INDAIATUBA, poema, POESIA, selo comemorativo

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Este blog faz parte do meu cotidiano. Acho importante esse papel do blog. Para mim passou a ser imprescindível correr por blogs e obter leituras diferentes de tudo que acontece no mundo.
Parabéns pelos seus olhos críticos e pela sutileza de leitura e análise.
Guilherme
Este blog é uma casa de salla aberta, de forma que entrei aqui sem bater ou apanhar. Olha, eu não vim aqui pelo cartão, vim por indicação pessoal sua. Outra coisa, não considero um selo mas sim um poema . Que história é esta de rebaixar seu poema visual?
abraço
joão antonio
Guilherme.
Deixo aqui um pensamento do Machadão de Assis, a propósito de sua miopia:
” Eu gosto de catar o mínimo e o escondido. Onde ninguém mete o nariz, aí entra o meu , com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto…Coisas miúdas, coisas que escapam ao maior número, coisas de míope. A vantagem dos míopes é enxergar nde as grandes vistas não pegam”
abraço
joão antonio
Salla
Não sei se mACHADÃO de aSSIS era míope, no texto acima ele falou da miopia de uma maneira geral.
~joão antTNIO
gUILHERME
No seu blog há um troço interessante a comentar. Você a maneira dos poetas e humoristas assume e cultua seus “defeitos”, limitações ou vícios. Lembro do poeta GLAUCO MATTOSO, que assumiu no próprio pseudonimo literário (nome no cartório é Pedro se não me engano), sua doença nos olhos, que acabou tirando-lhe a vista: GLAUCOMA. A mesma doença que o projetou na literatura o tirou a visão.São os paradoxos da vida. Como Noel Rosa naquela canção: “Quem acha, vive se perdendo….”
abraço
joão ANTONIO, sem ´vícios ou virtudes’
Digo me caro que não cheguei até aqui através de seu cartão, mas sim por intermédio de sua própria manifestação em demonstrar o quanto a poesia nos impulsiona a criar novas ideologias.
Não fazemos poesias por que é meramente bonitinho, mas sim por sermos humanos, amarmos, sentirmos e sobretudo porque estamos aqui.Esta é uma resposta ao mundo.
Mais humano do que nunca, agradeço os comentários, Reginaldo!