TECIDO

 

.

E até quando se pode esperar
quando nada de novo acontece?

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Fios, aranhas tecem
redes, teias irregulares.
Nada de bom se aproxima
nem há final que enalteça.

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E se nós nos alternássemos, nas rendas,
entre o linho e o vime.

 

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Cláudio Guilherme Alves Salla
cc -Some rights

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~ por C. Guilherme A. Salla em 24/06/2008.

2 Respostas to “TECIDO”

  1. Renda, linho e vime. Mistura rica!
    Vou citar no meu blog, posso?

    Gostei daqui, passarei mais vezes!

    Um abraço!

    Natália Ciotto

  2. Guilherme!
    Pode fumar aquela poesia, sim! Também adicionei sua “miopia” ao meu blogroll… espero que não me prejudique a visão! rsss Virei visitá-lo mais vezes!

    um abraço!

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