POESIAS TABAGISTAS

Começa aqui uma pequena antologia de poemas que, de forma objetiva e concreta ou subjetiva esfumacenta, preconizem de algum modo a resistência tabagista.

O poema tabagista é a expressão lírica do nosso vai-tomar-no-cú interior ao patrulhamento do recalque oral hodierno.

Fumantes de segundo grau filam nossos caretas na cara dura, sem nada pagar e ainda se arvoram com razão para reclamar de pulmões cheios.

Nós arcamos com uma carga significativa de impostos para sermos tratados como cidadão de segunda classe, ou seja, a dos fumantes.

Acendendo nossa antologia e ansiosos por novas contribuições (assista pra informar-se e inspirar-se OBRIGADO POR FUMAR e NICOTINA) fumaremos, como a própria autora, Tistu, sugeriu, o poema “Fumaça”:

A FUMAÇA

Dança
Bailarina que passa
Pálida e dormente
Dá voltas indolentes no rosto
Entorpece
Bailarina coordenada pelo fogo
nos lábios do moço
Que acende o cigarro

E amortece…

Por: Tistu.

***

P.s.: Traga (entenderam o trocadilho) sua colaboração!!!

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~ por C. Guilherme A. Salla em 01/07/2008.

4 Respostas to “POESIAS TABAGISTAS”

  1. E abaixo a tabacofobia!!!

  2. É isso aí, companheira!

  3. Muito bacana a proposta! Usei sua idéia e fiz a mesma coisa com os tecidos!
    (podia?) espero que sim, porque já fiz! rs

    Outro abraço!!!

    Natália

  4. […] POESIAS TABAGISTAS julho, 2008 3 comentários 4 […]

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