Quando um poeta te manda à merda…

Antonio Cicero em “A Cidade e os Livros”:

Antonio Cicero
foto por Eucanaã Ferraz

MERDE DE POÈTE

Quem gosta de poesia “visceral”,

ou seja, porca, preguiçosa, lerda,

que vá ao fundo e seja literal,

pedindo ao poeta, em vez de poemas, merda.

***

De profícua conversa o poema resultou conclusão.

Eu e meu saudoso amigo, poeta, na cidade que já o Império sediou.

Descobri que no caminho, entre minha cidade e a do poeta, dinamitam-se rochas que se reduzem a pequenas pedras só para a estrada passar.

Se há um caminho das pedras é o que conversávamos, eu e o poeta.

***

PS: e não sem tempo, mas devo dizer, assim, pois em primeira mão,  que Emerson Sitta, o poeta, vai publicar… aguardem detalhes maiores, Bienal e o escambau!

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~ por C. Guilherme A. Salla em 13/07/2008.

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