INÉDITO

Gostaria de acariciar minha bulímica vaidade registrando aqui algo que muito me orgulha.

Emerson Sitta, poeta amigo que abandonará o ineditismo no próximo dia 16, na Bienal do Livro de São Paulo, com o lançamento do seu “O melhor é sempre“, sempre fez o melhor.

E, caso o ineditismo se defina pela ocorrência primeva de algo aos sentidos, devo-lhes dizer que Emerson Sitta (proeza ontológica) é duplamente inédito.

Explico: “Inédito” é o título de seu primeiro livro.

Sendo assim, convenhamos: se seu primeiro livro foi “Inédito” (e o Aurélio me disse ser inédito “não editado ou não publicado”), então, o seu segundo também o é.

Não!

O seu segundo livro deixará de ser inédito para ser o melhor e, de acordo com o que ele mesmo me disse, o terceiro será o melhor, e o quarto, e o quinto… pois, “o melhor é sempre”!

De inédito, no seu livro “Inédito”, nada havia para mim, com exceção deste poema:

***

Desde então, morreria orgulhoso: fui musa! Fui musa!

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~ por C. Guilherme A. Salla em 28/07/2008.

Uma resposta to “INÉDITO”

  1. Maravilhoso este post, ver INÉDITO digitalizado é incrível, inusitado, sei lá… se os deuses ajudarem, nos encontraremos na Bienal, para comprar um livro do Emerson, o que é mais inusitado ainda… esse mundo sempre surpreende.

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