A verdade e o simulacro: de Magritte à Ronaldo

A verdade é que, por ser professor da rede pública no estado de São Paulo, eu e a(o) Andréia Albertini (aquela do Ronaldo Fenômeno) estávamos ambos na praça da República, ambos nas mesmas condições, na batalha, ambos prostituindo-se.

Andréia deixou-se fotografar por mim em meio a assembléia dos professores para definir os rumos da greve da categoria, mas, como vocês podem notar pela amplitude do decote, nem ela e nem nós, professores, que ali estávamos e capitulamos diante um punhado de reais, temos a menor categoria.

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Quanto a Ronaldo, nada tenho a dizer. Porém, se a oportunidade que Andréia teve com ele,  fosse-me dada, guardadas as devidas proporções de nossas funções, ela profissional do sexo e eu professor, não com o Fenômeno, mas com o governador do estado de São Paulo, eu não teria dúvidas: foderia ele também!

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Em nome de nossas aviltadas categorias: uni-vos professores e travestis!

Sobre Magritte? E existe algo mais surreal que o movimento sindical?

ATUALIZAÇÃO 15/07/2010:

Andréia Albertini morreu devido a complicações do HIV

(via Abril.com)

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~ por C. Guilherme A. Salla em 09/11/2008.

Uma resposta to “A verdade e o simulacro: de Magritte à Ronaldo”

  1. Atualizando o drama, a notícia de hoje nos jornais, rumores, queima de arquivo, conspiração e força, muita força Ronaldo:

    http://tinyurl.com/n3bewe

    &

    http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3229990-EI8139,00.html

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