Na contra-mão do natal, Ademir Assunção e a poesia que não se vende.

Ademir Assunção, empilhando sílabas em LSD Nô, me agrada muito.

Em seu blog, o ESPELUNCA, o poeta revela a circunstância dilemática em que o poema foi gestado. Prestes a ter um filho, entre a urgência da subsistência por um trabalho formal e a poesia.

O resultado foi este belo exemplo de trabalho formal, na poesia, porém.

Um totem aos poetas bissextos, uma homenagem á resistência lírica. Um tributo á poesia que sobrevive e floresce da carcaça embrutecida do profissional

A velha cantinela de que “poesia não vende” cai por terra diante da grandeza da poesia que não SE vende.

ademir

Ademir Assunção in LSD Nô (1994).

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~ por C. Guilherme A. Salla em 19/12/2008.

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