POESIAS TABAGISTAS: Álvares de Azevedo, Luar de verão.

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Voltamos aqui com a primeira edição das POESIAS TABAGISTAS de 2009.

É bem verdade que se fosse verdade tudo que se diz a respeito da crise, 2009 não seria um ano indicado para consumir charutos, mas… eu não assistirei mais TV e pronto.

Ao pessimismo de telejornal, prefiro o spleen romântico!

Meu amigo poeta me disse dia desses que eu vivia em um ritmo “nicotina e paisagem”…

É verdade, ele tem razão. A paisagem e a nicotina me confortam.

Se a bruma que envolve a lua nascente nestes dias de janeiro saísse do meu cigarro…

Mas deixemos o ultra-romantismo para nosso tuberculoso amigo Álvares de Azevedo.

Hoje, o “mal-do-século” é o jornalismo econômico.

Da série Spleen e charutos, segunda parte da Lira dos Vinte anos:

luar

luar2

! Trague seu poema!

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~ por C. Guilherme A. Salla em 19/01/2009.

4 Respostas to “POESIAS TABAGISTAS: Álvares de Azevedo, Luar de verão.”

  1. ESSA POESIA TEM UM JEITO SIMPLES E COMPLEXO DE SE MOSTRAR AO MUNDO CONTEPORANEO,ONDE AINDA HÁ,ENTRE NÓS A FALTA DE AMOR E O SUPLICIO DO DESPREZO…

  2. esta poesia nos mostra claramente, e de uma forma simples que,mesmo após dois séculos ainda vivemos em um mundo complexo, em um mundo vazio, em um undo sem sentimento.

  3. pow wsa poesia es maneiro
    da aqte q e legal
    ja poesia de escola melhor
    ..
    ja e vlw daqui eu um filoso
    complexo do alemao

  4. Cara, não sei se saquei, mas vlw aeee!

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