NICHO

Amigos, olhem bem…

Havia aqui um poema meu que foi subtraído de abrupto, pois seguiu viagem rumo a Paraty para tentar a vida literária grande via Off-Flip.

Com cinqüenta reais (o valor da inscrição para edição deste ano) eu poderia ter garantido ao meu pequeno poema uma vida digna, decente… quem sabe reproduzi-lo em duzentas páginas xerocadas ou declamá-lo aos berros num megafone usado…

O fato é que ele preferiu tentar a vida na cidade grande e agora está entregue a sua própria sorte.

Oxalá que ele se dê bem, que alcance seus objetivos e, se tudo der certo, que não se inebrie pelo sucesso…

Agora, para compensar esta ausência, deixo outro poema da mesma cepa para a Antologia Miopia:

NICHO

Não há

Lugar nenhum

Que me contenha

Em si

Em um sim.

No não,

Um lugar

Vão,

Acabe enfim

O fim que me cabe.

Cláudio Guilherme Alves Salla  (Cardeal /14 de março de 2009).

cc -Some rights
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~ por C. Guilherme A. Salla em 15/05/2009.

3 Respostas to “NICHO”

  1. in verso. boa sorte ao poema viajante, e mande notícias de lá.

  2. Pode deixar Lalo! E tu, não vai para Flip este ano?

  3. Boa sorte, caro poeta.

    Felicidades.

    Mas que bela substituição!

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