SERVINDO SEU CHÁ PONTUALMENTE HÁ UM ANO: DE CHALEIRA

Entre o fogo e contendo a água. As erva em efusão são sorvidas, não sem antes passarem por seu bico. Esse caldo depurado, carregado de ativos condensados por ebulição, deve ser servido ainda quente. Há quem despeje água quente em xícaras onde repousam saches… prático. Colher folhas no herbário, dispô-las no fundo do receptáculo, sob um bico de gás… O calor dissipa vapores e o líquido quente chega ás papilas e narinas num mesmo gole. Transubstanciações…

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DE CHALEIRA, Ano I, MMXI!

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Em comemoração ao primeiro aniversário do blog coletivo literário DE CHALEIRA – (13/01/2011) – servirei aqui uma chávena do chá de cada um dos nobres colunistas. Os textos aqui elencados são excertos das colunas quinzenais de cada um de meus colegas de chá, ferventados por essa velha míope que vos bloga. No final do post uma galeria com algumas das ilustrações feitas sob efeito das ervas por ALAN CARLINE. A distância física que separa os membros do DE CHALEIRA – 10 cidades, 3 estado e 2 países – nos impede o encontro para o chá das cinco, mas na chaleira o chá e uno, cada um com sua xícara, claro. Sorva à vontade!

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PASSAGEM

Por Paola Benevides in TRANSPOÉTICAS (ilustração e texto) paola benevides

A cabeça é oca e a Terra… Não gira bem. Sem eira nem beira, vomita dentro do capacete astronauta. Aqui, quando se planta bananeira em terreno alheio, já é guerra. Invasão espacialta. Olhos fora da órbita. ET, telefone, minha casa, Spielberg, iceberg’n’3D. BBB is watching you! I want you for U.S. army! Televisão virou janela armada em missão de paz. Mas a minha vive fechada. Eu zen que nela jaz. Enquanto vão armando o corpo em silicone-míssil. Rabo de saia de cometa suicídio, mãe que mata. Há um gás carbiônico a provocar acidentes. No ranger dos dentes tem ácido sísmico. Teus deuses estão feridos. Teus irmãos, metralha. Prepotentes queridos, fizeram um seguro-funerária? Atrapalha mais a carne do que Cristo ressurreito em coelho de Páscoa.Ovo chocado com calda de cometa. Povo chocado com a própria alma.

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RODOVIÁRIA

Por Bia Pupin in BIAGRAFEMA Bia Pupin

Renata entediada e com dor de cabeça (fígado). Expressão de infelicidade. Conclui: sou má. Aliás, não sabe ao certo, do que esta sofrendo. O cara ao seu lado lhe entregou um bilhete, uma garota fuma, outro lê, outro fala ao telefone, outro acena para o táxi. Ela para, pensa em ligar pro analista, mas prefere não fazer nada. Assiste a vida. Os lábios se contraíram, cuspiu saliva com sangue, feito veneno; e contraídos ficaram. (instante sem forma)

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ERA UMA VEZ LÚCIA MOURA (CIRCULATION)

Por Cecília Prada in PRADARIAS LITERÁRIAS Cecilia Prada

Era uma vez no Colégio Notre Dame de Sion, no curso primário. O banheiro não se chamava banheiro. Nem toalete. Nem reservado. O banheiro devia ser chamado em francês, circulation. Tinha uma chave grande com uma medalha pesada, que ficava dependurada em um prego. O ritual desenvolvia-se assim: uma menina levantava-se, só uma de cada vez, nunca mais de uma. Jamais duas meninas juntas no banheiro, aliás circulation, não podia, no Colégio Sion ou em outros colégios de freiras. A menina em precisão se levantava, alcançava na ponta dos pés a chave dependurada no alto, atravessava a classe, abria o circulation que ficava no fundo, dava um tempo, voltava, recolocava a chave no prego. Lúcia Moura – a blusa engomada, os pulsos juntos sobre a carteira, a pose de cachorrinho em atenção permanente. Sentada como se devia sentar à mesa, as madres ensinavam os três mots da educação, toujours (sempre as mãos apoiadas no tampo), parfois (às vezes o antebraço), jamais (nunca o cotovelo). Os cabelos louros em duas tranças grossas e bem feitas. A cara branca. Muito branca. A menina lavada. A menina de branco lavada. A menina que as mães das outras meninas apontavam: “Veja aquela menina, o seu uniforme, que engomado, que limpeza”. Menina-modelo. Lúcia Moura tirava boas notas. Seus cadernos todos encapados de azul. E quando ela se levantava para ir ao banheiro, pardon, circulation, sua presença passava de leve entre as outras, passos delicados que nem roçavam o assoalho, parecia. O próprio fato dela ir ao circulation tornando-se transparente. Porque todo cheio de graça e doçura. Às vezes notava-se apenas quando ela não estava lá. Não se percebia como passara entre as carteiras, não se fazendo notar – branca, graciosa, loura, impecável. O circulation começou a ficar ocupado demais. Quem? Lúcia. Lúcia Moura. Voltava, mais branca, mais limpa, mais etérea, entre as carteiras circulava, circulando mais e mais, Lúcia Moura, circulação. As outras já em risinhos. Que a ela não chegavam, parecia. Tudo o que nela batia, voltava. Refrangia. De tão branca e limpa, Lúcia, Lúcia Moura, refrangia a luz, a brancura, a beleza, a pureza. As meninas estranhavam, o que faria tanto no banheiro, pardon, circulation? Os risinhos e comentários não a atingiam. Passava ao largo. Uma rainha. Às vezes levava um livro, um caderno, demorava. As mãos muito lavadas. O cheiro do sabonete. Lúcia Moura circulava. Um dia Lúcia Moura levantou-se, pegou os cadernos, os livros todos, como quem ia embora. Foi até o cabide onde ficava a chave grande com medalha. Tirou-a do prego. Tomou a ala central da classe, passou (os cabelos louros, as tranças, a tranqüilidade), caminhou até o fundo, empurrou com lentidão a porta do circulation perante a classe atenta, desperta. Madre Marie-Jésus ficou parada, com o apontador na mão. Um silêncio. Lúcia, Lúcia Moura encostou a porta sem trancar. Pelo vão viam-se pedaços de gestos, a água correndo, seu barulhinho. A madre caminhou também pela ala central, as meninas se levantando nas carteiras, a freira escancarou subitamente a porta: Lúcia Moura parada, muito branca diante da pia, lavava cuidadosamente com água e sabão todos os livros, todos os cadernos cuidadosamente encapados de azul. No dia seguinte Lúcia Moura não veio à aula. Nem nunca mais. __________________ ( Do livro de contos Estudos de Interiores para uma Arquitetura da Solidão – 2004)

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CHUVA

Por Cássia Janeiro in POIESIS Cássia Janeiro

Há dias em que chove dentro de mim. Não uma tempestade, Mas uma garoa fina e fria que me Toma de assalto. Nesses dias a vida sofre para viver. Nada pode ser feito, Nada agasalha a alma doída, Ao relento. È antes uma névoa que me impede A expressão, Do que a ausência do que se pode Expressar. Em dias assim eu me recolho incompleta E não me exponho ao sol, Posto que seus raios não me penetram. Em dias assim devo lembrar: isso passa. Nesses dias, deixo-me chover e escoar

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A CASA PATERNA

Por Isabel Furini in BEL-LETREISMO

Trituradas as guelras do silêncio sobre o velho álbum fotográfico. O pai (morto há anos) sobrevive nos retratos desbotados. Revelam-se fisionomia e emoções. Quantos olhares, quantos rostos deixei submersos nos interstícios da memória, quantos exílios na areia do passado e exílios futuros projetados no palco dos sonhos. Genealogias, uivos e fumaça despencam do álbum fotográfico aberto sobre a mesa. Observam-nos os mortos, pousam nas fotografias como estacas de mutismo. Amam-nos. Esperam-nos (sedentos de carinho) com os braços paralelos abertos entre galáxias de culpa e de mistério. Imensamente abertos.

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SONETO L

Por Marcelo Finholdt in POEMAS

Somos o que sabemos, não o que temos. Vem o homem convicto a ganhar e nos diz: – Qual é mesmo teu nome? Ah, me diga quem és. Não me venhas dizer que és mais um dos Josés, Ou então pobre ser sem sequer diretriz! – Fale logo se tens muitas posses, matriz, Qual é teu sobrenome, o que tens sob os pés? Não me diga que tens toda a vida ao revés, Ou então que és um ser sem nenhum chamariz. Vem o homem convicto a ganhar e nos fala: – Com quem andas ou vais? Qual é então teu destino? Falo agora contigo, ou com algo que cala? Nada tens para ser assim tão cristalino, Reluzente a sorrir, mesmo aqui nesta vala, Nada fala e nem só me revela o divino.

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MEA CULPA

Por Marco A. de Araújo Bueno in BREVIDADES

ILUSTRAÇÃO: Alan Carline

Pequena multidão, eclética; Congraçamento cúmplice, Acolhedor, homogêneo. De fronte à Matriz, ascética, Jovem estirado num banco Recobra-se (temporal crise epilética). Ergue-se do caos; constrangimento; Disfarça a cicatriz da baba, ao lado De gente alheia a seu momento. Meus olhos acompanham; acaba Ali, empático, nosso sofrimento sumido No meu distanciamento, antiético, assim? Pois ajeitando cabelo em face pálida, Por fresta entre vultos e ruído em volta, Volta e crava os olhos justo em mim.

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PALAVRA DE BARRO

Por Luciano Garcez in PALAVROANDO para João Cabral e Valéry

falemos de palavras por impossível o certo das coisas. . de lúcido sentir a cerda daquilo que ousa em torno . é muito grande o rio do destino grego por demais e nele posso escrever de minha pena apenas a palavra lousa . e a palavra empala-se pálida um termômetro no céu das vísceras um palácio . nos dediquemos a viver dos cabelos que pingam como as selvas vivem dos lobos leões leopardos e os milagres erigidos da leitura da lepra.

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HAICAIS DE INVERNO

Por Rafael Noris in BREVIDADES

barulho na porta

me apresso pra receber

a visita do vento

azaleia em flor –

por um momento hesito

seguir meu caminho

amanheceu –

descubro em meu casaco

mais um buraco.

jardim de casa –

do monte de folhas secas

sai uma borboleta

frente fria

a moça traça um coração

na janela do quarto.

mosca de inverno

pousa no papel em branco –

espero mais um pouco…

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PREMÊNCIA

Por Luiz Contro in PALAVRARIA

ESTE POEMA SAIU PARA PARTICIPAR DE UM CONCURSO E JÁ VOLTA…

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D´ANTIGA LIDE

Por Wagner de Souza in HIPERTEXTO

Aqui, ante tuas margens cristalinas, Houvera das plúmbeas horas acres As que como as d´outrora opalinas Águas d´uns laivos lassos tocassem. Há rúbidas rutilâncias algentes Tremeluzindo fulgor de alabastros… No Hélicon, dos mármores, dos astros Fragrâncias de hálitos dolentes. Contam de ti lendas priscas e várias. Antes, de ti, que a caudal suave, lenta… Tinham esplêndidas cores hialinas! Aqui, ante tuas margens cristalinas, Ressumbram cores que a aurora inventa, Ouvem-se cânticos, hosanas e árias.

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GALERIA DE SONHOS

Por Daniel Matos in CINECÍNICO

Nossos sonhos são um efeito de nossa mente organizando nossas memórias do dia. Nossas memórias são apreensões de momentos construidas sobre significados de associações passadas. O presente interpreta o passado, o passado dá o conteúdo, ao conteúdo se adiciona o instante. Um momento de tristeza é associado ao cheiro de camomila, pois quem o causou estava usando esse perfume. Em outra época o cheiro de camomila é associado a um chaveiro de palhaço, tocado ao mesmo tempo que um chá afluía seu vapor. O instante presente trás a tristeza, e na noite vem a visita do palhaço, a lembrar de momentos tristes aos quais nunca participou. O cinema, o templo do sonho, trás toda uma nova galeria de associações para aquele que sente enquanto o visita. Dele afluem novas imagens, novas associações, para enfim vazar por nossas memórias ao campo dos sonhos. Pode-se sofrer a perda de alguém não entre as paredes frias de uma lanchonete onde se foi deixado com lágrimas a vazar, mas em vez disso dentro de um trem no ano 2046, assombrado por amores perdidos entre o neon. Pode-se ter reencontros, beijos, apertos, nunca mais a ser tidos no concreto, agora dentro de um carro dos anos 40, fugindo de mafiosos com suas metralhadoras. Pode-se se perder infinitamente num ciclo de novas lembranças que nunca deveriam ser tidas.

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O FASCÍNIO DOS LIVROS

Por Eustáquio Gomes in CRONOS

LIMA BARRETO Lima Barreto lembra Kafka na sua predileção por pequenos funcionários. Vou à biblioteca municipal em busca do seu Isaías Caminha, para conjugar a leitura de sua biografia (o clássico de Francisco de Assis Barbosa) a este romance autobiográfico escrito como revide social. Dou com um exemplar da primeira edição, impressa em Portugal, a capa dura de cor vinho já carunchada e amarelecida pelo tempo. Procuro imaginar Lima recebendo pelo correio marítimo um exemplar igualzinho a este, ainda que novo em folha, ano 1909, ele um modesto escriturário do Ministério da Guerra que só encontrava espaço, à época, nas pequenas publicações fluminenses. Ontem, antes de iniciar a releitura, contemplei longamente a sua lombada, a mesma daquele tempo, o tempo em que pelas ruas cariocas ainda rolavam tílburis misturados aos bondes e aos primeiros automóveis, um dos quais pilotado pelo poeta Olavo Bilac. (1977) CORAÇÃO E TEMPO Compro num sebo um surrado exemplar de Coração, o clássico de Edmond d’Amicis. Pela primeira desde a infância volto a abrir este livro. Mesmo deslumbramento. Ontem e hoje li trechos para as crianças. Para minha surpresa, o interesse deles é moderadíssimo, logo suplantado pelo videogame. (1984) PESSOA & OFÉLIA Chega pelo correio uma batelada de livros novos. Estupendos em suas capas negras. Fico um bom tempo a contemplá-los sobre a mesa, folheando cada um deles com vivo prazer. Me fazem lembrar o encantamento que eu tinha na infância pelos missais de papel-bíblia. Abertos ao meio, flexíveis, vergavam na palma da mão; um movimento soberbo que me dava a sensação de comunhão com o mundo e de uma sempre possível harmonia interior. Experimento agora, ao folhear as cartas de Fernando Pessoa a Ofélia, sua fugaz namorada, o mesmo sentimento religioso. (1988) MALDIÇÃO E MITO Um livro belíssimo com aquarelas de Alfredo Margarido estilizando a figura esguia de Fernando Pessoa. Páginas acetinadas e claras. Edição para colecionadores. A alegria de possuir um livro como este: ironia amarga porque Pessoa era pobre e pensaria duas vezes antes de comprá-lo. Mas a ironia maior não está na pungência desse fato, e sim na circunstância caprichosa, comum aos malditos (Van Gogh, Gauguin, Baudelaire, Poe), que resgata o injustiçado para o terreno do mito. E o infortúnio se torna, com uma naturalidade obscena, objeto de prazer para outros. (1988) A VIDA COMEÇA AOS 40 Se a vida começa aos quarenta, como diz Walter Piktin na capa do livro que comprei hoje na Kosmos, então eu nem nasci ainda. Esse Piktin já deve estar morto há muito: a edição brasileira é de 1942. Detalhe: a tradução é de Erico Verissimo. O exemplar que trouxe comigo é de segunda mão, pertenceu a um certo Manuel Thomaz de Carvalho Brito Davis (muito prazer!), que assim assinou na página de rosto, datando janeiro de 1944. Calculando que Manuel Thomaz o tenha adquirido ao entrar na casa dos quarenta, é de supor que também esse leitor já esteja igualmente morto, de modo que seus sonhos de maturidade fecunda (fossem quais fossem) já são poeira no tempo. Um pouco abaixo de seu nome acrescento, por puro espírito lúdico, o meu nome e a data de hoje. Quarenta e quatro anos e quatro meses, eis a distância entre um leitor e outro. Outros quarenta e quatro anos e… (1988) PARIS Apanho um livro na estante, o segundo volume do diário Gombrowicz, e vem junto uma lufada de Paris. Recordo imediatamente a circunstância em que comprei estes dois tomos. Era uma tarde clara e o trânsito bufava no bulevar Raspail. Quem sobe do metrô dá diretamente nos mostruários da Gallimard. Os livros de bolso ficam no subsolo. A moça que atende embaixo é bonita e tem um ar aristocrático. Fica-se um pouco intimidado diante dessas atendentes que não parecem empregadas, mas antes proprietárias, pois em geral se vestem melhor que os clientes e têm um ar de quem só por civilidade trabalham e servem o público. Aquela jovem em particular me pareceu muito cônscia de sua autoestima, sem que isso resultasse em qualquer sinal de arrogância; muito ao contrário, enquanto ia de uma estante a outra com uma braçada de livros novos (os pequenos volumes da coleção folio), rodava a saia de fina estampa com uma elegância tal que ao redor de seu rosto pairava uma expressão de riqueza interior que fazia lembrar as mulheres excepcionais das narrativas de Cortázar. (2001)

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EXPLICAÇÃO

Por Eustáquio Gomes via Arquivos Incríveis de João Antonio Büher de Almeida

Deixo a palavra como atestado de que vivi desatado. Deixo-a apascento o nada, porquanto nada, nem deus, me move o espanto. Porque da ampla explosão ou Obra, pouco me incita, nada me sobra. Sobra-me o logos? O ter vivido cosmicamenteaborrecido. O que, de resto, tampouco impede que atue a palavra, a que fede.

{O poema acima foi publicado no livro coletivo Cara a Cara. Raridade. Encontrada graças aos Arquivos Incríveis de João Antonio Büher de Almeida, colunista bissexto deste blogue}

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ILUSTRAÇÕES

Por Alan Carline

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~ por C. Guilherme A. Salla em 13/01/2011.

3 Respostas to “SERVINDO SEU CHÁ PONTUALMENTE HÁ UM ANO: DE CHALEIRA”

  1. Massa, meu caro Gui! Sabes mesmo bem fazer a Salla, parabéns a nós, parabéns a ti: tim-tim!!!

  2. De Salla, cozinha pouca não viria. Criança fazendo Arte, compenetrado e truculento, esse poeta sabe bem do que nos é alucinógeno nessa empreitada, mesmo porque, chaleira histórico, molécula por molécula (no zeingeinst do coletivo), serve o chá dele de Segunda desde os vapores de Janeiro/2009, quente e calculista.
    (Eu vivo derramando pelas bordas deste Miopia, daí nunca saber se,neste local, esta minha hija diurese não vira mijo fora do penico

  3. Belo jeito de bebemorarmos. Um obrigado coletivo.

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